domingo, novembro 27, 2005

Twist in my sobriety

Cinco músicas para quando queremos matar alguém.

Twist in my sobriety - Tanita Tikaram
Don’t bother – Shakira
Seven army nation – White Stripes
Killing in the name of – Rage Against the Machine
You oughta know – Alanis Morissete

Example



I’m really a cat you see
and it's not my last life at all
and now you do what they told you, now you're under control
every time I scratch my nails down someone else's back
I hope you feel it.
From my hands you know you'll never be
More than twist in my sobriety



Example

Still the sunny days

Estou em dia não.

É um daqueles dias em que me apetece jogar o marido e os filhos pela janela fora. Ainda bem que não os tenho.

Não me apetece actualizar o feed, sr. webmaster do feed, porque me estou borrifando para quem vem cá.

Basicamente, o mundo podia pegar fogo à minha frente, que eu pegava no jornal enquanto me consumia em chamas.

Porque me consumo de qualquer maneira.

quarta-feira, novembro 23, 2005

Ahhh the sunny days...!


vamos fazer o seguinte: à  proxima pessoa q me disser que tem demasiado tempo livre, eu agarro na minha faca de trinchar o pato e arranco-lhe o tempo livre pelo cérebro, ok?






(as imagens desta miuda não param de me surpreender)

sábado, novembro 19, 2005
Ainda oiço aquele tiro
no meu peito.
Hoje matei-a a ela, para variar.
Não posso matar-me sempre a mim
ou a ti.

Ela tinha as mãos nas minhas costas
num toque suave.
Não merecia morrer assim.

Tinha uns cabelos pretos, longos, brilhantes.
Não tinha voz
(mas tinha-te a ti).

Image Hosted by ImageShack.us

Senti-me tão pequenina ao pé disto...

e vi o quanto me tinha desviado dos meus caminhos, tão bem traçados há um tempo atrás


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sinto que as virgulas me icomodam
os pontos me travam
as aspas me tornam estranha
os pontos de interrogação deixam-me confusa
as reticências em suspenso
os travessões chocada
as maiúsculas não fazem sentido, são convenções socio morais
as margens tapam-me a linha do horizonte
dos meus cadernos
que deixei a apodrecer dentro de mim

quarta-feira, novembro 16, 2005

O Gato que veio do Céu ou a minha conversão ao catolicismo

(este post está seis meses atrasado)

Desta feita nao faço incursões à vida de reformadas com ancas artificiais.
Longe vai esse tempo, e não volta certamente para trás. Faço incursoes, então, à vida sexual das minhas gatas e do Gato Que Veio do Céu.

Eu vou fazer disto uma curta, vão ver. Para o ano estou no Indie. E sou bastante menos chata que o Platform.

Introduções à parte, chego a casa e chega uma vizinha que me diz q caiu o gato dela para o meu quintal. Uma senhora já velhota (mais uma vez com todo o respeito) daquelas que eu vou ser...sozinha e com gatos.
Pensei cá para comigo : "se caiu para o meu quintal diz-lhe adeus, porque é altissimo". Fiava-me eu nesta altura para manter em segurança casta as minhas gatinhas, que nunca, jamais em tempo algum, tiveram contacto com outra bicharada que não fossem as aranhas do quintal, as traças, ou as lesmas.

Lá vou ao quintal e encontro o gato assustadissimo, com o focinhito arranhado, mas vivo, escondido atrás dos plásticos que protegem a bicicleta da chuva. Foi uma trabalheira apanhá-lo, mas devolvi-o são e salvo à respectiva dona. As minhas gatas, essas, estavam em cima do armário, aparentemente assustadas.

Capítulo II

"A gata está grávida!"

- aquela gata está grávida!
- não está nada, não inventes!
- não vês aquela barriga?
- então! está gorda!
- hã hã...a gente vê quando eles nascerem.

Rótulo de maluca, paranóia da gravidez, doidice habitual minha.


Capítulo III

Entra em casa, pousa as compras, fecha a porta, nao deixes a gata fugir,
pega nas compras. Rotina.

Sigo até à cozinha, pouso as compras.

Miau.

Gatos. Gatinhos, 4. Três cinzentos, um preto e branco. Lindos, fofinho, do tamanho de um hamster pequeno. Cabem na palma da mão. A mãe, histérica, orgulhosa, carente.

Conclusões:

Deus é tramado. Escrevi umas míseras linhas sobre ele o ano passado, este ano ele faz-me isto.

quarta-feira, novembro 09, 2005

Harry Potter and The Goblet of Fire



Em suma, é um filme electrizante. So much to see, so little time…

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